Há nove anos, em 2 de dezembro de 2015, a Câmara dos Deputados deu um passo decisivo ao aceitar a denúncia por crime de responsabilidade contra a então presidente Dilma Rousseff. Aquele momento histórico representou o início do fim de uma era marcada pela corrupção sistêmica, pela má gestão e pela tentativa de perpetuação no poder por parte do projeto político do PT. O impeachment, concluído em 31 de agosto de 2016, foi um grito de milhões de brasileiros que clamavam por mudanças profundas no rumo do país e a volta do movimento político conservador ao destaque.

No entanto, o desafio de libertar o Brasil das amarras ideológicas e políticas impostas pelo progressismo continua até hoje. A Agenda 2030, defendida como um “plano global de desenvolvimento sustentável”, tem sido instrumentalizada para impor uma agenda que afronta os valores conservadores, promove a inversão de valores cristãos e ameaça a soberanias nacionais, como a brasileira. Sob o pretexto de progresso, princípios fundamentais como a família, a liberdade individual e a moralidade têm sido sistematicamente atacados.
Esse cenário, contudo, tem despertado uma reação poderosa e incontrolável: o fortalecimento do movimento conservador. Cada tentativa da esquerda de deslegitimar os valores tradicionais e promover a centralização do poder em organismos internacionais só reforçou a consciência política de milhões de brasileiros. A eleição de Jair Bolsonaro em 2018 foi o primeiro grande sinal de que o povo estava disposto a resistir. Apesar do retorno da esquerda ao poder em 2022 sob as circunstâncias duvidosas que conhecemos, a chama do conservadorismo não foi apagada; pelo contrário, ela foi alimentada pela indignação diante dos retrocessos e abusos cometidos por aqueles que voltaram a ocupar o Palácio do Planalto com sede de vingança.

O Brasil hoje caminha para um momento decisivo em sua história. O conservadorismo não é mais apenas um movimento político; é uma revolução cultural e moral que toma conta das famílias, das igrejas, das redes sociais e das ruas. A esperança de um futuro onde os valores da liberdade, da meritocracia, da justiça e do patriotismo prevaleçam encontra sua maior representação na figura de Jair Bolsonaro. Sua trajetória como líder do povo, sua coragem em enfrentar o establishment e sua capacidade de unir milhões em torno de um projeto de nação colocam-no como o nome mais forte para 2026.
O retorno de Bolsonaro à presidência não será apenas uma vitória eleitoral. Será a culminação de uma luta incansável por um Brasil que respeite a vontade de sua gente, valorize o trabalho honesto e recupere sua posição como uma das grandes economias do mundo. O potencial do nosso país é imenso, e a próxima década pode ser o período em que o Brasil finalmente se libertará do atraso ideológico para se tornar uma potência econômica, social e cultural.

Em 2026, o Brasil terá a chance de consolidar sua libertação, barrar de vez a inversão de valores promovida pela esquerda e retomar o caminho da prosperidade. Será o momento de dizer novamente, com ainda mais força: “Tchau, querida” — não apenas a uma figura política, mas a um sistema que tentou sequestrar os sonhos e o futuro da nação brasileira. O Brasil é conservador, e sua hora está chegando.
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